domingo, 19 de janeiro de 2014

Rolezinhos - primeiras impressões

Atualmente, é preciso tomar cuidado ainda com os tais rolezinhos, a nova onda de baderna dentro dos shoppings. Independentemente de serem um movimento pacífico, com uma boa pitada de agitação adolescente, o fato é que baderneiros podem se aproveitar do movimento, que tem a agravante de acontecer em um local fechado e com poucas áreas de escape. Os black blocs estão aí para isto, mesmo. Por conta disto, não quero estar em shopping algum num momento em que algum rolezinho acontecer. Hoje, ocorreu um no Plaza Shopping, e cedo, por volta de uma e meia da tarde. O shopping Leblon nem vai abrir no domingo, 19, por conta do rolezinho marcado. Não sei quem inventa estas coisas! Eita período estranho da civilização!!

Amores Roubados

Na sexta-feira, 17 de janeiro, assisti ao último capítulo de Amores Roubados, série que chamou a atenção pelo teor sexual, já que falava da paixão e de suas consequências, e pelos rumores de que um caso entre o Cauã Reymond e a Isis Valverde durante as gravações tenha causado a separação dele da Grazi Massafera. Ou seja: fatores externos da movimentada vida particular comum aos artistas interferiram no sucesso da minissérie, o que, a rigor, foi uma injustiça para com o esforço dos atores. Independentemente disto, a série foi muito boa. Mas acabou deixando algumas indefinições, alguns vácuos. Mas isto é comum na dramaturgia visual, qual seja, na TV e no cinema. Nossa imaginação é que tem que voar. A série não queimou a carreira do Cauã, como se comentava antes do seu início, devido ao escândalo. Pelo contrário: consagrou-o de vez como um dos grandes atores de sua geração. A série também serviu para me fazer mais feliz ainda pelo fato de ser urbana e de viver na cidade grande. Imaginei-me muito infeliz vivendo no interior, mesmo sendo rica, mas subjugada por um marido chato. Ambos os maridos, o Murilo Benício (o da Patrícia Pillar) e o Osmar Prado (o da Dira Paes, outra atriz que se destacou muito) eram chatos, cada um do seu jeito. Vivo no lugar certo e do jeito certo para mim!

domingo, 1 de dezembro de 2013

Adeus, Paul Walker

E lá se foi o Paul Walker, vítima de um acidente automobilístico de grande monta na Califórnia, Estados Unidos. Ele estava a bordo de um Porsche pilotado por um amigo. O carro bateu num poste e pegou fogo. Ambos morreram no mesmo Estado e num carro da mesma empresa daquele que James Dean conduzia, há anos, e que também o levou a morte. Paul Walker morreu veloz e furiosamente, mas não dirigia o veículo. Morreu jovem, aos quarenta anos, e lindo. Para ficar sempre lindo assim, só morrendo jovem, mesmo. É curioso o fascínio do ser humano por correr riscos como o de dirigir em altíssima velocidade, pondo sua vida e a de outras pessoas em risco. A indústria automobilística, por sua vez, alimenta este ímpeto humano fabricando carros com capacidade de motor para atingir velocidades altíssimas, sem considerar que a maioria das pessoas jamais poderá chegar a estas velocidades, nem nas estradas e muito menos nas metrópoles e seus arredores. Considero totalmente desnecessárias a produção e a venda de qualquer carro com limite de velocidade acima de 120/130km para uso cotidiano. Carros com velocidade superior somente deveriam ser acessíveis aos profissionais da velocidade, como os pilotos. Esta semana que terminou foi marcada por mais de um acidente envolvendo pessoas que corriam muito com seus veículos aqui no Brasil. Nem precisa ser mencionado que foram acidentes fatais para os motoristas, devido às velocidades altíssimas empregadas na condução dos veículos. O livre arbítrio das pessoas deveria afastá-las de condutas arriscadas como estas, mas, infelizmente, sempre haverá quem vai correr muito ao volante em carros de altíssima potência, e que irão se acidentar e morrer. 

sábado, 30 de novembro de 2013

Coisas de Massa

Hoje teve final da Copa do Brasil, e o vitorioso foi o Flamengo, que venceu o Atlético-PR por 2 a 0. Não tenho gosto por times de massa, como Flamengo e Corinthians. Não sou chegada a nada que seja de massa. Considero as coisas de massa como ópios do povo, necessários para manter a paz social como veículo de extravasamento de instintos agressivos humanos bem primais, e, portanto, focos de intolerância, brincadeiras de mau gosto, agressões, muita coisa de ruim, enfim. As torcidas destes times são horrorosas. E é necessário muito cuidado com o que se diga em oposição a tudo o que se refira ao futebol e especialmente aos clubes de massa como os supra mencionados. Afinal, boa parte dos torcedores destes times encaram os ditos cujos como uma religião contra a qual não cabe contestação alguma. Não sou assim, felizmente, e não entendo como clubes de futebol podem provocar este fanatismo todo. E não há jeito: é preciso que convivamos com "entidades" do gênero. 

As meninas e o colégio São Bento

Curiosa toda esta polêmica sobre a aceitação de meninas no Colegio São Bento. Ontem foi divulgado que isto iria acontecer, o que foi desmentido hoje. É o tipo de questão que poderia ser considerada resolvida nos dias atuais em países como o Brasil. Mas em alguns segmentos ainda prevalece uma postura arcaica e defasada. Agora, então, que o colégio São Bento acabou de conquistar uma posição importante na avaliação do Enem, devem pensar em que a aceitação de meninas vai por a perder está vitória, e que é melhor deixar tudo como está, pois em time que está ganhando não de mexe. Com a mentalidade antiga que têm em relação à mulher, apesar da qualidade do ensino, não me surpreende se revelarem explicitamente este pensamento!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Fracasso afetivo existe?

Selma ouviu o programa do psicoterapeuta Flávio Gikovate. Ele disse que a inveja é um sentimento que todos sentem, mas que as pessoas adoram esconder que sentem, pois não é de bom tom admitir que se tem inveja. Segundo ele, as pessoas ou são invejosas ou são mentirosas. Invejamos aquilo que admiramos, ou seja, a inveja decorre da admiração, sempre, assim como acontece com o amor. Devemos admitir que sentimos inveja, para que possamos começar a desmistificar este sentimento. A partir desta constatação, surgiu uma pergunta de uma pessoa que se disse fracassada nas vidas afetiva e profissional, e invejosa daquelas que são felizes nestes campos e nos demais na vida. Gikovate afirmou que é besteira se julgar um fracassado na vida afetiva e na vida profissional, pois a pessoa que assim se classifica ainda não morreu, e até este momento tudo pode acontecer. Profissionalmente, a pessoa pode demorar a se ajustar, e, afetivamente, a pessoa pode não ser feliz no estilo tradicional, com família e filhos, mas isto não é garantia de felicidade. A felicidade afetiva pode vir de relações não convencionais, de formas diferentes de se relacionar, em uma etapa mais tardia da vida, quando tiver que ser. Selma, que não segue o tempo convencional para a maioria das pessoas, concluiu que, então, não devo mais se julgar uma fracassada no terreno afetivo. Quem sabe a felicidade neste campo só virá mais tarde para ela?

Marcos Palmeira

Hoje, Elisa viu o programa Marília Gabriela Entrevista, com o Marcos Palmeira. Infelizmente não conseguiu ver a íntegra do programa, mas gostou do que vi. Marcos é um sujeito bacana, calmo, do tipo que não esquenta com nada e dorme a toa. Qualquer semelhança com a pessoa de Elisa não é mera coincidência, daí ela ter passado a admirá-lo ainda mais. Mas ele, que faz análise há dez anos, disse ter dificuldades em controlar sua agressividade. E afirmou fazer, às vezes, sessões duas vezes na semana, o que já cercou Elisa de dúvidas acerca de sua personalidade ser repleta das virtudes acima listadas, ou destas virtudes terem sido construídas a partir de um árduo trabalho de análise. Resumindo: Marquinhos é tão normal quanto parece, ou tem vários defeitos sérios que são controlados? O ator também falou algo interessante sobre o equilíbrio. Baseado em sua experiência como empresário da área de cultivo de produtos orgânicos, afirmou que existem noções da agricultura que também podem ser transportadas para o dia a dia das pessoas. Uma delas é a de que as pragas são fruto de uma ausência de equilíbrio. Assim como na agricultura, se no dia a dia as pessoas estão tendo um problema aqui e acolá, com uma e outra pessoa, é porque está havendo um desequilíbrio. Imediatamente Elisa lembrou do que está acontecendo em seu setor de trabalho. 
Esta entrevista fez Elisa passar a admirar Marcos Palmeira mais um pouco.